“Princesa malvada” de Curitiba busca cinturão do Invicta FC

Princesa? Só se for malvada. É isso mesmo, “Princesa Malvada”. Essa é a curitibana Janaisa Morandin, de apenas 23 anos, que pinta como mais uma revelação do MMA feminino da terra das lutas. Representante da equipe Killer Bees, do lendário Anderson Silva, a peso-palha disputará o cinturão de sua categoria contra a baiana Virna Jandiroba pelo Invicta FC.

 

“Representa a realização de um sonho poder disputar esse título e consolidar a presença da mulher no esporte”, disse a nossa representante. O confronto será realizado no dia 1º de setembro, em Kansas City, nos Estados Unidos, e reunirá, de fato, as duas melhores atletas da categoria.

Janaisa possui dez vitórias e apenas uma derrota em sua carreira profissional no MMA. Especialista em nocautes, são cinco no total, ela perdeu apenas para Livia Renata Souza, em agosto do ano passado, justamente em sua estreia no tradicional evento feminino. Quando teve a oportunidade de voltar ao octógono, ela não desperdiçou a chance e venceu a também curitibana Kinberly Novaes, da CM System, na decisão unânime dos árbitros.

Já a experiente Virna “Carcara” Jandiroba, 30 anos, é uma especialista no jiu-jitsu. Com 13 vitórias na carreira e nenhuma derrota, a baiana finalizou dez adversárias até o momento. Pelo Invicta, ela derrotou Amy Montenegro e Mizuki Inoue. A última, aliás, era para ter sido adversária de Janaisa. Porém, uma lesão tirou a curitibana de combate.

Robson Conceição ganha a 9ª luta como profissional no boxe

Medalhista de ouro na Rio 2016, o boxeador Robson Conceição venceu, por decisão unânime, o americano Edgar Cantu neste sábado na cidade de Glendale, em Arizona, nos EUA, pelo peso super-pena (58.97 kg). Aos 29 anos, o baiano segue invicto na carreira profissional. São nove vitórias, sendo cinco delas por nocaute.

– Foi tudo como planejado, lutei os oito assaltos como eu queria. Você se testa para pegar adversários melhores, de nível melhor. Nem sempre a vitória por nocaute favorece. Você precisa treinar para lutar o máximo possível, ver os erros e acertos e melhorar para as próximas lutas. Ele me surpreendeu pelo fato de aguentar muito, veio muito preparado. Isso ajuda na minha preparação – afirmou.

 

Conceição tem ainda mais duas lutas no ano. Nenhuma estará valendo cinturão, no entanto o boxeador afirma que já se sente preparado.

– Eu acho que já estou pronto. Cada luta é uma luta. Cada atleta luta de um jeito diferente. Mas tenho certeza que estou pronto. Essas duas lutas que vem pela frente vão me deixar ainda melhor – afirma o pugilista.

Muito feliz com o resultado da luta, Robson Conceição disse que agora terá uma semana de descanso no Brasil e, em seguida, retoma os treinamentos.

– O boxe profissional está sendo uma experiência muito boa para mim. Volto para o Brasil nesse domingo, essa semana tiro um descanso e logo em seguida volto a treinar – conclui.

Invicto e mirando o cinturão, Robson Conceição luta neste sábado

Campeão olímpico em 2016 já venceu oito vezes no boxe profissional e enfrenta o americano Edgar Cantu

POR GABRIEL TOSCANO

Globo .com25/08/2018 7:00

Conquistar uma medalha de ouro olímpica é o ponto mais alto da carreira de muitos atletas, para o pugilista Robson Conceição foi apenas o meio do caminho. Depois de subir ao alto do pódio em 2016, o baiano ingressou no boxe profissional e vive o sonho de disputar o título mundial. Por enquanto, lutou oito vezes e venceu todas, cinco por nocaute. Neste sábado, enfrenta o americano Edgar Cantu em Glendale, Arizona, nos Estados Unidos, às 22h25. O canal Combate transmite.

– Depois da minha última luta, só tive uma semana de descanso e voltei a treinar. Foi uma preparação forte e intensa – explica Robson, se sentindo confiante.

A última vez que esteve no ringue foi no dia 30 de junho, quando Robson derrotou o equatoriano Gavino Guaman. Adversário deste sábado, Edgar Cantu tem 25 anos, vive no Texas e carrega um retrospecto de sete vitórias, dois empates e quatro derrotas – três em sequência nas últimas três lutas. Por ser uma luta preliminar, não há cotação nas casas de apostas, mas Robson é considerado favorito no embate valido pela categoria super-pena (até 58,97kg).

Desde que assinou com a Top Rank, umas das principais promotoras de eventos de boxe do mundo – a mesma que cuida da carreira do filipino Manny Pacquiao -, e mudou para o boxe profissional, Robson teve sua rotina um pouco alterada.

Como tem cerca de dois meses para se preparar para cada luta, passa os primeiro quarenta dias de treino na Bahia, treinando perto de casa e da família, no bairro da Cidade Nova, em Salvador. Nas duas semanas antes de entrar no ringue, vai para os Estados Unidos, onde finaliza sua preparação justamente na cidade onde vai lutar.

Nos Estados Unidos, é acompanhado pelo treinador Luiz Dórea, o manager Luiz Fernando e o preparador fisíco André Piccoli. O ritmo de treinos é mais pesado em relação ao boxe olímpico, nada que incomode Robson.

– Sempre gostei de treinar, de ser o primeiro a chegar na academia e o último a sair. Agora estamos treinando muito forte, mas esse é o jeito que eu gosto – diz.

Apesar de estar prestes a fazer apenas sua nona luta profissional, Robson carrega na bagagem mais de 400 duelos pelo boxe olimpíco, de acordo com a equipe do pugilista. Experiência que faz a diferença dentro do ringue e pesam a favor de Robson, que vai voltar a lutar em outubro e dezembro e espera disputar o título mundial da WBO (Organização Mundial de Boxe) já no ano que vem. Atualmente, quem detém o cinturão é o japonês Masayuki Ito.

O boxe masculino não tem um campeão mundial brasileiro entre as principais organizações do mundo desde 2007, quando Acelino “Popó” de Freitas perdeu seu cinturão para o mexicano Juan Díaz. No feminino, a paulista Rose Volante é a atual campeã peso-leves.

 

Bellator anuncia contratação de Robson Gracie Jr., irmão de Renzo Gracie

Aos 27 anos de idade, lutador – que ainda não tem data de estreia – é o filho mais novo do mestre Robson Gracie, e diz estar ansioso para defender a honra do clã no evento

 

Por Evelyn Rodrigues, Las Vegas, EUA

17/08/2018 10h07

 

O nome revela a descedência do mais novo representante da família Gracie no MMA. Robson Gracie Jr., filho mais novo do grande mestre Robson Gracie e irmão de Renzo, Ralf e Ryan Gracie, é a mais nova contratação do Bellator. O lutador, de 27 anos de idade, ainda não tem data para estrear no evento e ainda vai decidir em qual categoria irá compete

 

– Vai ser uma grande honra defender a honra do clã Gracie no Bellator. Tenho esperado esse dia desde que era criança e agradeço a eles pela oportunidade – disse o lutador.

Poliana Botelho encara a americana Cynthia Calvillo no UFC Buenos Aires

Vinda de duas vitórias, peso-palha brasileira faz sua terceira luta na organização. Rival sofreu sua primeira derrota em sua última luta, contra a ex-campeã Carla Esparza no UFC 219

 

Por Marcelo Barone e Raphael Marinho, Rio de Janeiro

17/08/2018 13h27

 

O UFC Buenos Aires, que acontece dia 17 de novembro, já tem a sua primeira luta feminina marcada, reeditando uma rivalidade entre academias que vem de longa data no masculino. A peso-palha Poliana Botelho, da equipe Nova União, terá pela frente a americana Cynthia Calvillo, da equipe Alpha Male. A informação foi apurada pelo Combate.com junto a fontes próximas à organização.

 

Aos 29 anos de idade, Poliana Botelho venceu suas duas lutas no UFC, contra Pearl Gonzalez e Syuri Kondo. Com um cartel de sete vitórias e uma derrota como profissional, a mineira de Muriaé fará sua segunda luta em 2018 buscando manter a sua invencibilidade na organização.

 

Dois anos mais velha, Cynthia Calvillo encara a brasileira após sofrer a primeira derrota na carreira, diante da ex-campeã da categoria, Carla Esparza, no UFC 219, que aconteceu dia 30 de dezembro de 2017. Conhecida pela agressividade e pelo bom jogo de chão, a americana tem seis vitórias e uma derrota na carreira. No UFC, Calvillo fez quatro lutas, vencendo as três primeiras (Amanda Bobby Cooper, Pearl Gonzalez e Joanne Calderwood).

 

UFC Buenos Aires

17 de novembro de 2018, na Argentina

CARD DO EVENTO (até o momento):

Peso-pena: Enrique Barzola x Nad Narimani

Peso-palha: Cynthia Calvillo x Poliana Botelho

Após suspensão, Anderson Silva indica luta em dezembro no retorno ao UFC

Por Combate.com

13/08/2018 12h11 Atualizado 13/08/2018 12h11

“Acho que em dezembro, galera. Em dezembro a gente volta a lutar”. Essa foi a declaração curta de Anderson Silva ao responder uma pergunta de um seguidor numa “live” no Instagram, no último sábado, segundo o relato feito pelo site da “Ag. Fight”. O ex-campeão peso-médio do UFC termina em 10 de novembro de cumprir a suspensão de um ano lhe imposta pela USADA (Agência Antidoping dos EUA), por conta do uso de suplemento contaminado.

A programação do Ultimate tem quatro eventos agendados para o último mês do ano. No dia 1°, a organização chega a Adelaide, na Austrália. Na semana seguinte, o UFC 231 acontece em Toronto, no Canadá. No dia 15 será a vez do UFC Milwaukee. E o ano termina com o UFC 232, em Las Vegas.

A última luta de Anderson Silva foi em fevereiro de 2017, quando venceu Derek Brunson por decisão unânime. Depois disso, lutaria com Kelvin Gastelum em Xangai, em novembro, mas duas semanas antes foi divulgado o resultado do teste antidoping e veio a suspensão preventiva.

James Vick substitui Iaquinta e enfrenta Justin Gaethje na luta principal do UFC Lincoln

Por Gabriel Carvalho

O UFC Fight Night 135 sofreu uma mudança na sua luta principal. O peso leve americano Al Iaquinta está fora do duelo que faria contra Justin Gaethje no evento que acontecerá no dia 25 de agosto, em Lincoln, Nebraska. O UFC agiu rápido e escalou James Vick para enfrentar Gaethje.
Al Iaquinta é conhecido pelos conflitos que teve com a organização, e ele não chegou a assinar o contrato para enfrentar Gaethje, mesmo com o anúncio oficial do UFC. Faltando apenas um dia para a venda de ingressos para o evento ser aberta, a organização optou por escalar Vick na luta principal do evento.
A entrada de James Vick acabou prejudicando o UFC Fight Night 133. Ele enfrentaria Paul Felder na luta coprincipal do evento que acontecerá no dia 14 de julho, e Felder ainda aguarda por um novo adversário. É a segunda vez que Paul tem luta cancelada em 2018, já que ele era esperado para enfrentar Iaquinta no UFC 223, mas não pôde lutar após Al ser escalado para enfrentar Khabib Nurmagomedov.
O UFC Fight Night 135 acontecerá no dia 25 de agosto, na Pinnacle Bank Arena, em Lincoln, Nebraska, Estados Unidos. Confira as lutas já anunciadas:
UFC Fight Night 135
Peso leve: Justin Gaethje vs. James Vick
Peso médio: Eryk Anders vs. Tim Williams
Peso palha: Alexa Grasso vs. Angela Hill
Peso galo: Rani Yahya vs. Luke Sanders
Peso leve: Drew Dober vs. Jon Tuck
Peso médio: Andrew Sanchez vs. Antônio Braga Neto

Aldo reencontra o caminho da vitória no UFC Canadá

O ex-campeão do peso-pena venceu por nocaute no último sábado (28), no UFC Calgary, no Canadá

Uma retomada após o jejum de dois anos sem vencer no UFC. A vitória de José Aldo contra Jeremy Stephens foi descrita pelo lutador como uma das mais importantes de sua carreira. “Estava todo mundo querendo saber como eu iria me portar. Mostrei meu valor, aquilo que sou capaz. Era uma pressão grande, e eu sabia que tudo dependia de mim”, comentou após abater o adversário por nocaute técnico aos 4m19s do primeiro round.

Após conectar um gancho na linha de cintura e derrubar o rival no octógono, o ex-campeão do UFC aplicou seguidos socos no adversário caído e ficou com a vitória. A retomada de Aldo ocorre no país que serviu de palco no início da sua trajetória no Ultimate, em 2011. A cidade de Calgary é agora local de recomeço para o peso-pena, que espantou a má fase de duas derrotas seguidas.

Entre as curiosidades da noite, nota-se que esta foi a primeira luta disputada por Aldo, desde 2009, que não Valeu cinturão. Ele também ganhou pela primeira vez no UFC o bônus de “performance da noite”. Ele foi o escolhido e recebeu bonificação de US$ 50 mil (cerca de R$ 185 mil).

Caíque Costa ganha cinturão do Fight On e já pensa no UFC

Por decisão unanime da arbitragem, o baiano Caíque Costa saiu vitorioso da disputa com Geraldo Cocão no octógono do Fight On Solidário. O nível dos lutadores levou o público que lotou o Clube Baiano de Tênis à loucura, em cada golpe, dando um brilho especial à disputa pelo cinturão inaugural peso-pena (até 66kg) da competição. Em um duelo acirrado, lutado maior parte do tempo no solo, os atletas demonstraram muita técnica e concentração, no melhor confronto da noite.

Visto como promessa do MMA baiano, Caíque, de 24 anos, levou a melhor somando mais um êxito para o cartel de 11 vitórias e apenas uma derrota. Aluno e uma das principais apostas do mestre de boxe Luiz Dórea, da Champion Team, Caíque não escondeu a felicidade ao fim da luta e revelou foco de quem já sonha alto na carreira. “Vou pra casa descansar, que segunda tem treino e a partir de agora é UFC. Quero lutar lá fora”, disse em meio a muitos agradecimentos.

Essa não será a primeira vez que o Fight On revela atletas para o mundo do MMA. Carlos Boi, atleta de Feira de Santana, foi uma das revelações que passou pelo octógono da competição e atraiu olhares do Ultimate Fighting Championship (UFC), chegando a assinar com a marca, apesar de não ter estreado ainda.

Com 12 lutas, o Fight On foi uma competição solidária, onde os ingressos foram trocados por alimentos. O público que compareceu ao evento respondeu ao chamado, sendo arrecadado mais de 1 tonelada de produtos destinados às famílias do Projeto Boa Luta, que treina crianças e jovens do bairro da Boca do Rio.

Cigano festeja vitória após ano parado: “Tudo negativo some quando se vence”

Cigano festeja vitória após ano parado: “Tudo negativo some quando se vence”

Ex-campeão dos pesados admite estar sem ritmo de luta, e pede trilogia com Miocic, com o vencedor sendo o próximo desafiante ao cinturão que será disputado entre Cormier e Lesnar

 

 

Por Combate.com, Boise, EUA 

15/07/2018 16h41  Atualizado há 22 horas

 

Alívio e felicidade. Assim pode ser descrito o estado de espírito de Júnior Cigano após a vitória sobre o búlgaro Blagoy Ivanov na luta principal do UFC Boise, no último sábado. Após um ano afastado do octógono por conta de um resultado positivo no exame antidoping – do qual mais tarde foi inocentado ao provar que os suplementos que consumiu estavam contaminados com substâncias proibidas – o brasileiro não continha a alegria pelo retorno vitorioso.

 

– Todas as coisas negativas somem quando você vence. Graças a Deus eu consegui vencer. Tive que ter muito cuidado, porque ele é canhoto. Com caras assim você não pode soltar muitos jabs. Eu soltei porque achei a distância certa, mas sempre que se solta jabs contra canhotos eles contragolpeiam em cima dos jabs, e foi o que ele fez. Alguns golpes me acertaram em cheio, mas me senti bem na luta em pé. Para ser sincero, eu esperava um pouco mais de luta agarrada, já que ele vem do sambo. Foi surpreendente que não tenha acontecido, mas tudo bem. Ele jogou algumas bombas contra mim – meu rosto mostra isso – mas eu estava com muita saudade disso aqui. Não dos hematomas (risos), mas do ambiente da luta. Agora eu preciso de tempo para me recuperar, entrar novamente em forma e partir para o topo de divisão. Vou descansar agora, e na volta vou treinar para lutar o máximo possível. Tenho só 34 anos de idade, ainda posso lutar bastante.

Perguntado sobre como havia se sentido durante a luta, Cigano admitiu estar sem ritmo de luta por conta do longo tempo de inatividade, e disse entender as vaias que alguns fãs deram durante a luta.

– Eu me senti um pouco estranho. Sempre disse que o ritmo de uma luta é diferente do ritmo dos treinos. Para ganhar ritmo de luta você precisa lutar. Fiquei novamente um ano parado, e isso tirou um pouco do meu ritmo de luta. Enfrentei um cara muito duro como Blagoy Ivanov, com apenas uma derrota na carreira, e consegui ter uma boa performance. Estou feliz. Vou melhorar na próxima luta. Às vezes, quando os fãs não gostam da luta, você quer dar a eles o que eles querem. Mas nem sempre conseguimos fazer todos felizes. Mas eu estou feliz e espero que as pessoas que torcem por mim também estejam.

Conhecido pela determinação no octógono, Cigano se disse surpreso ao perceber que estava conseguindo executar os movimentos que queria contra Ivanov, e aproveitou para reconhecer a importância da sua esposa durante o tempo em que esteve afastado das lutas.

 

– Júnior Cigano nunca desiste, mesmo que a luta seja muito dura. Não importa. Vou continuar tentando dar o meu melhor para vencer sempre. Hoje eu consegui. Durante a luta eu pensava comigo mesmo: “Estou conseguindo! Estou rápido e soltando bons golpes!” Acho que fiz um bom trabalho. Estou muito feliz e agora quero um tempo de férias com a minha esposa e meu filho. Minha esposa é muito corajosa por ter entrado nessas lutas comigo e passou tudo que eu passei neste ano ao meu lado. Foi muito pesado para ela. Agora quero dar a ela e a ele bons momentos em algum lugar do mundo.

 

Sobre seus próximos passos, Cigano disse que ainda vai se reunir com sua equipe para traçar os planos, mas não escondeu o0 desejo de enfrentar Stipe Miocic pela terceira vez, com o vencedor se tornando o desafiante ao cinturão que será disputado primeiro entre Daniel Cormier e Brock Lesnar.

– No momento ainda não sei qual será meu próximo passo, mas tem muita coisa interessante acontecendo na divisão dos pesados. Uma revanche contra Miocic seria bem-vinda. Acho que seria uma boa luta, que eu quero fazer porque acho que ambos merecemos – e acredito que o vencedor da trilogia será o próximo desafiante ao cinturão. Stipe era o campeão e perdeu o cinturão com um soco. Essa é a divisão dos pesos-pesados. Às vezes, quando um golpe acerta o seu queixo, acabou. Vamos ter que esperar um pouco agora, porque Brock Lesnar e Daniel Cormier vão se enfrentar. Acho que pdoemos fazer essa luta, e o vencedor disputa o cinturão. Vou me reunir com a minha equipe e muito em breve todos saberão o que faremos.